O título é só uma homegagem ao Jesse Valadão, que foi desta para melhor!
Fazia tanto tempo que eu já nem sabia mais como postar.
Para começar o ano, uma listinha das coisas bacaninhas que andei ouvindo.
> Gnarls Barkley – St. Elsewhere
O ”disco do ano” e que apareceu em todas as listas de melhores. Mas é bom mesmo. Acho que os caras nunca mais vão conseguir fazer outro com tantos hits. Só falta descobrirem que eles são os novos “Milli Vanilli“.
> Jorge Drexler – 12 Segundos de Oscuridad
O melhor disco de MPB do ano… só que cantado em outro idioma…. Namora muito com a música brasileira. Tem regravação de música dos Titãs (ponto de destaque) e participação da Maria Rita (ponto fraco). Poesias inspiradas, melodias agradáveis.. gostoso de ouvir.
> Delicatessen – Jazz + Bossa
Uns gaúchos que fizeram um projeto de regravação de antigas canções de jazz com uma levadinha do nosso maior produto de exportação, a bossa nova. A minha favorita é “In a Mellow Tone”. Em novembro eles passaram rapidamente por S.Paulo para um show e lá fui eu. Foi um charme a vocalista sentadinha numa cadeira alta virando prá lá e prá cá com seu sapatinho vermelho. O problema foi que o Bourbon colocou uns estudantes de música prá se apresentarem antes do show e isto gerou atraso grande.. E aí na hora do show as famílias e amigos dos estudantes estavam excitados demais… e pouco interessados no show. Acabei indo embora antes do fim, e espero voltar a vê-los ao vivo em breve em melhores condições.
> Regina Spektor – Begin to Hope
Este é da praia Indie. Sei pouco da moça. Parece que é russa, baseada em N.York e amiga da turma do Strokes (grupo que foi atacado pela maldição do primeiro disco). Este é o segundo cd da moça (o outro eu não ouvi) e tem um monte de canções legais.
> Keith Jarrett – Carnegie Hall Concert
Sou fã do cara e espero ansiosamente o lançamentos do seus discos. Adoro os 2 lados do trabalho dele, o de improvisão sobre os temas (com os seus característicos gemidos) que são “viagens”, sem atrasos de aeroporto, cancelamento de vôo e greve de controladores, e também o trabalho de gravação de standards, na maior parte das vezes em trio. Neste cd gravado ao vivo em 2005 e que foi o lançamento do ano do artista, ele está sozinho. E tem a regravação de “My Song”, uma de suas mais lindas canções, que acabou ficando melhor sem o saxofone do Jan Garbarek que é adocicado demais pro meu gosto.
2 menções - discos que não são do ano mas que adorei ouví-los em 2006:
> Hard-Fi – Stars of the CCTV
Finalmente um cd de rock na lista.. he he… Outro da praia indie e que é lá do começo de 2005 e que desbancou o Keane da minha lista de “melhores novas bandas”. Não canso de ouvir “Cash Mashine” e “Hard to Beat”.
> Imogen Heap – Speak for Yourself
Outra cantora (acho que é inglesa) e que ouvi uma música na trilha da série Six Feet Under (assisto a série em DVD junto com minha “cara metade” e estamos nos últimos capítulos da 4° e última temporada). Ví que estava bem contado no iTunes e fui ouvir. E não é que gostei. Adoro “Goodnight and Go”.
Ai está! Ao olhar pra lista senti falta de música brasileira. Fiquei pensando e concluí que nada me empolgou neste ano (nem mesmo o novo Caetano, que sou fã de carteirinha, mas que prá mim soa como o velho álbum “Velô”.
E umaa constatação: ando sem muita paciência para rock’n roll.







Maio 29, 2009 às 4:05 pm
saudade